F I M

“TUDO TEM SEU TEMPO DETERMINADO, E HÁ TEMPO PARA TODO PROPÓSITO... HÁ TEMPO DE NASCER E TEMPO DE MORRER...” Eis  que  chega a hora deste blog despedir-se... E não se trata de um momento triste porque, às vezes, o fim é o começo.

 

Vibrei com os que elogiaram e sugeriram. Irritei-me com os que ridicularizaram e subestimaram. Sorri com as piadas e trocadilhos. Emocionei-me com os que acreditaram e compreenderam. Fiz amigos, descobri talentos, aprendi. Aprendi muito.

 

Vou continuar tentando fazer tudo que me é possível para ficar, ainda que pequeno, com capacidade de ver, admirar e ser digno de vocês, sendo que hoje, muito mais amigo.

 

Srta. Bia, Lima, Ana, Doug Funny, Filipe, Ulisses, Du, Rinogas, Dira, Camila, Julio, Sibelle, Xiru, Rafael, Maria só Maria, Natalia, Rafaela, Fernando, Vanessa, Sandra, Daniel, Tom, Cherry, J.Ventura, Angel, Cris, Thiago K., Letícia, Dapirueba, Raquel, Douglas, Nerd Corcunda, Taciano, Marco, Lucia, Balzaquiana.... não vou agradecer as 5.000 visitas porque quero acreditar que visitar este quarto de badulaques era, antes de tudo, um momento de lazer. Fica então um grande abraço e o caminho aberto para, quem sabe um dia, a volta.

 

 

SOBRE COISAS MAL-CHEIROSAS

Estive envolvido com o PRONAF, Programa de Agricultura familiar do Governo Federal , nos últimos meses. A iniciativa é fantástica. O governo financia pequenos projetos para agricultores a juros que variam de 1 a 4% ao ano, carência de 24 meses e até 10 anos para pagar. Se não houver atraso no pagamento das parcelas anuais, ainda há um rebate (desconto) de R$ 700,00.

A idéia é bela. E é incrível como belas idéias podem se transformar em fiascos. Descobri que o programa que deveria dar oportunidades aos pequenos produtores está financiando o luxo de médicos, delegados e fazendeiros. Sob ameaça, esses donos de terra “convencem” seus moradores a assinar o projeto e repassar-lhes o dinheiro. A maioria nem sabe o que está assinando ( e nem que vão ficar devendo).

Como se não bastasse, alguns funcionários da EMATER, órgão que idealiza os projetos de financiamento e, teoricamente, deveria fiscalizar e inibir tais atos, estão sendo acusados de receber R$ 300,00 por projeto.

O país não tem mesmo solução. O Diogo Mainardi está certo. E se eu for preso por cumplicidade, co-autoria, por ser sócio de Marcos Valério, por receber mensalão ou qualquer coisa do gênero, saibam que só agora, depois de aprovar e liberar 796 projetos, me dei conta da fedentina que é este país. É muito fácil manipular e corromper pessoas. Não há  governo que acabe com isso.

 

P.S.: É isso que dá hibernar em lugares onde a temperatura média é de 37º

H I B E R N A N D O...

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SOCORRO
Parem o mundo que eu quero descer!
PEDALA ROBINHO

Tenho inveja dos craques do futebol e da formula 1. Não pelos motivos que vocês estão imaginando...  Mentira... por estes motivos também...  Invejo o ganhar dinheiro fazendo aquilo que se gosta. Não é trabalho, é lazer.  Há dias que odeio meu trabalho. Ficar 10, 12 horas diárias resolvendo problemas alheios é coisa de santo. E eu ainda nem fui beatificado. Vi no jornal esses dias que estão querendo beatificar um tal de Karol Wojtila. Aí me pergunto, porque ele e não eu? Ainda não conseguiram provar três milagres que ele tenha feito. Eu consigo testemunhas para, pelo menos, 100 que eu tenha feito.

Tenho pensado em mudar de emprego. O problema é que ainda não descobri o que gosto de fazer. Se fosse esportista, seria jogador de vôlei. Não que tenha talento, e sim porque era a única equipe que me aceitava nas aulas de educação física. Se fosse artista, seria diretor de cinema. Não que tenha qualquer tipo de experiência. É que sou apaixonado pelo telão. Se fosse autônomo, teria uma barraquinha de cachorro quente. Não que fosse ficar rico, mas é que gosto de ficar na rua observando as pessoas...  Já me disseram que minha única saída é acertar na megasena. Será?

 

P.S.: Os últimos dois meses têm sido difíceis. Não tenho encontrado tempo para quase nada. Ando em falta com amigos, namorada e blog.  Assim que descobrir uma forma de recuperar as 08 horas que o Schumman me roubou, volto a comentar os comentários.

O MELHOR DA FESTA É ESPERAR POR ELA...

Segundo a Física, a percepção de que tudo está passando rápido demais não é ilusória. O sentimento de que o Reveillon foi ontem, o carnaval mal acabou, hoje é São João e amanha já é Natal não é ilusório. W. O. Schumann constatou que a Terra é cercada por um campo eletromagnético que possui uma ressonância, mais ou menos constante, de 7,83 pulsações por segundo. Funciona como um marca-passo. Nosso cérebro é dotado da mesma freqüência de 7,83 hertz. A partir dos anos 80 essa freqüência passou para 10 hertz por segundo. É como se o coração da Terra disparasse. Devido essa aceleração, a jornada de 24 horas é, na verdade, de apenas 16 horas.

 

Segundo Lacan, o desejo deve ter seu objeto eternamente ausente por que no momento em que conseguimos o que procuramos, desistimos daquilo. Já falei sobre isso num post antigo... Sobre o egoísmo que nos é inerente... O desejo apóia fantasias desvairadas. Foi essa a idéia de Pascal ao dizer que somos realmente felizes quando sonhamos acordados com a felicidade futura. Daí o ditado: ‘O melhor da festa é esperar por ela.’. Ou: ‘Cuidado com seus desejos.’. Não pelo fato de conseguir o que quer, mas pelo fato de não querer mais depois de conseguir. Para lacan, viver pelos desejos, nunca vai trazer a felicidade. O significado de ser eternamente humano é se esforçar. Lutar para viver por idéias e não ideais. E não medir nossas vidas pelo que ganhamos em termos de desejo, mas sim por aqueles momentos de integridade, compaixão, racionalidade é até mesmo por sacrifício próprio. Nós precisamos da fantasia para continuarmos vivos, pois a fantasia dá cor, luz, sonhos, ou seja, dá vida aos nossos dias. Caso contrário, seríamos passivos diante da realidade. Mas não podemos nos prender à fantasia. O ideal é que consigamos sonhar, colocando pitadas de fantasias para viver bem a realidade...”1

Tentei fazer uma conexão entre Schumann  e Lacan e chego a conclusão que vivo no Show de Trumann. Nossa vida é uma ilusão e, agora, seis horas menor todo dia. ”Portanto, se queremos que a Terra reencontre seu equilíbrio, devemos começar por nós mesmos. Fazer tudo sem estresse, com mais serenidade, com mais amor, que é uma energia essencialmente harmonizadora. Para isso importa termos coragem de ser anticultura dominante, que nos obriga a ser cada vez mais competitivos e efetivos. Precisamos respirar juntos com a Terra, para conspirar com ela pela paz.2

 

Trecho 1 extraído do filme David Gale. Trecho dois de Leonardo Boff.

 

P.S.: Grandes períodos de abstinência fazem isso comigo. Desculpem.

BANHEIROS PÚBLICOS

Banheiros públicos norte-americanos são perfeitos. Não que eu conheça algum pessoalmente... Mas consigo até sentir o cheiro bom que eles exalam quando assisto a alguma série de TV. São organizados, limpos, grandes, iluminados e possuem design moderno. Eu conseguiria morar num WC daqueles tranquilamente.

Banheiros públicos brasileiros são terríveis. E estes eu conheço bem. Consigo sentir a fedentina inerente a eles só de imaginar. São sujos. Se tem água falta sabão. Se tem sabão falta papel. Se tem papel a descarga não funciona. Se a descarga funciona o espelho tá quebrado. E se tudo funciona ou você está bêbado ou ele acabou de ser inaugurado.

Uma amiga dos tempos da faculdade fez sua monografia sobre grafites de banheiros públicos. Trabalho curioso. Ela passou dois anos invadindo banheiros masculinos de campus universitários. Fotografou mais de 80. Além das tradicionais frases “filosóficas”, os desenhos são um show à parte.

Esta semana vi algo inédito. Dormi no apartamento de uma amiga sexta à noite. Impossível encontrar vagas em hotéis nestes tempos de santos juninos. Ela é universitária e mora com outras duas pessoas. O banheiro do ap é todo pixado e, entre as inúmeras frases de Voltaire, Aristóteles, Paulo Coelho e Raul Seixas, uma chamou-me atenção. Ainda não descobri o autor, mas a idéia me pareceu fantástica: “Tudo ao redor de um buraco é beira”.

 

P.S.: Acho que acertei no presente também. E sobre trabalho em equipe, se não pode vencê-los, junte-se a eles... Afinal de contas, errar é humano e por a culpa nos outros, também.

SOBRE TRABALHO

Trabalhar em equipe requer muito mais que competência e paciência. Requer sensibilidade. Odeio a mania que algumas pessoas têm (e já disse em posts antigos) de achar que a culpa é sempre do outro. Em dias de estresse total, penso como seria bom por em prática a 1ª Lei do Código de Hamurabi... Felizmente, quando chego em casa, relaxo, rumino e vejo quão desnecessário foi meu aborrecimento. Todos nós sabemos que um dia a casa cai porque ninguém engana todo mundo o tempo todo. Algumas pessoas agem como donas do direito. Acham-se espertas, inteligentes... são cheias de artifícios...  Até aí tudo bem... Artistas existem em todos os setores. Mas penso que essas mesmas pessoas um dia hão de precisar de uma mãozinha.  E nesse dia, pode ser que eu também haja como dono do direito. Sem sensibilidade... O caráter de um homem é o seu destino, já profetizava Heráclito.

 

P.S.: Ando embalado pela possibilidade do impossível. Acertei a cor do presente desta vez. Agradeço todas as sugestões.

PRESENTES

Alguns presentes são inesquecíveis.  O Milan Kundera da Glecia. O recadinho que Simone deixou na minha agenda. A viagem que ganhei no trabalho. O coelho do Wandré . A pulseira do Robinho. A garrafinha de tequila da ka...  Lembro com carinho o contexto em cada um me foi dado. Eu precisava deles naquele momento...

Não sei dar presentes. Compro coisas que eu gosto... como se fossem para mim. Vejo, gosto, lembro de alguém. Por isso odeio datas comemorativas. Sinto-me coagido a escolher e comprar algo na última hora. Odeio isso. A obrigação. Presentes devem ser espontâneos. Ano passado cheguei na casa da namorada feliz da vida. Aniversário dela. Quando abriu o embrulho não se conteve. “Não tinha rosa?” Quase joguei tudo pela janela... mas, como bom moço que sou, fiz aquela cara de pateta e ri.

Dia dos namorados está chegando. Situação nova. Namorada nova. Pela primeira vez vou dar um presente nesta data. Pela primeira vez acredito que um relacionamento possa dar certo. Pela primeira vou estar com alguém nesta data (a menos que alguma Tsunami destrua minha vida) e ainda não vi algo que tenha gostado.

Tomara acertar a cor desta vez.

VOAR

O verdadeiro objetivo da guerra é a paz e a maior das habilidades é vencer os inimigos sem lutar. A guerra é um acontecimento tão grave que os homens não devem entrar nela sem antes se preparar com a devida cautela e com profunda reflexão. Palavras de SUN TZU. Os relacionamentos, a exemplo da guerra, são um embate de vontades. Seu objetivo é o amor e a maior das habilidades é conciliar liberdade e compromisso. Nos relacionamentos, porém, não há como preparar-se com a devida cautela. O amor acontece como mágica, não é precedido de um histórico como a guerra. Lembrei de uma estória do Rubem Alves sobre uma menina e seu pássaro encantado. Ele era encantado porque ia e vinha quando queria. Não ficava em gaiolas. A menina sofria com isso pois o amava muito e sentia saudades. Teve então a infeliz idéia de prendê-lo. E foi isso que fez. O pássaro perdeu o encanto. A menina não sabia que para ser encantado ele precisava voar. Nas artes da guerra e do amor não existem regras fixas. Ma o amor não pode fazer prisioneiros. Sem liberdade vira guerra e a vida, um inferno.

P.Q.P.

Às vezes, ser politicamente correto não funciona. Respirar fundo e contar até dez também não.  Nessas horas, não há outra solução. Encha o peito e mande um sonoro vá à puta que o pariu.  Se achar que não vai fazer efeito mande se fuder. E se ainda achar pouco, mande ir tomar no cú.  E se tiver com muita raiva mesmo, pegue o sujeito pelo colarinho e grite os três. Talvez não resolva o problema. Talvez você ganhe um olho roxo (ou dois), mas vai dormir muito bem.  Odeio essa mania que algumas pessoas tem de achar que a culpa é sempre do outro.

CHECK-OUT

Ficar no saguão do hotel esperando o recepcionista mandar algum serviçal ir ao quarto 911 ver quantas águas, achocolatados , pacotes de castanha e garrafinhas de tequila você consumiu tem lá suas vantagens.Ver todas aquelas pessoas estranhas sentadas aguça a curiosidade. Olhos, bocas, pernas, pelos, decotes, piercings... Fico a imaginar o que cada um deles fez ou vai fazer. Negócios? Férias? Visitas? Acompanhantes? O elevador pára. O faxineiro desce e pisca o olho. A gringa de olhos claros ri e dirige-se ao elevador. Ele vai para as escadas. Pode ser só imaginação fértil. Pode ser o registro ocular de uma historia de amor que começa. E observo o velho gordo lendo jornal. Quantas dietas já terá feito para perder aquela imensa barriga? E o casal tirando fotos dos mosaicos das paredes do hotel. Seriam arquitetos, apreciadores de arte ou aapenas matutos como eu? A siliconada parece estar fazendo pose pra comercial. Ou seria aquele seu estado natural ? E um cara passa correndo de sunga. Estaria atrasado para encontrar a praia? A vida é mesmo encantadora. E é por isso que procuramos médicos, spas, malhação, dietas, alimentação saudável, yoga. Porque não queremos ir para o céu.

SUPOSIÇÕES

Acordou no meio da noite. Muito calor. Não tem ar-condicionado. O ventilador estava parado. Queda de energia. Olhou o relógio. 3:13 a.m. Supôs, então, ter acordado por causa das muriçocas sugando seu sangue. Lembrou que não mora só. Divide apartamento com dois transeuntes. Transeuntes sim. Mal se falam. Parecem estranhos no ninho. Lembrou também que um deles vive na “boemia”. Festas, prostitutas, prostitutas festas. Bastou isto para entrar em pânico. Imaginou que, talvez, uma daquelas muriçocas a lhe picarem agora, outrora tenha picado o boêmio. Imaginou que, talvez ele seja soropositivo. Imaginou que, talvez, no momento em que a muriçoca o picara, sentindo o azedume de seu sangue, tenha regurgitado. Imaginou, talvez,  ter sido infectado. Imaginou-se dando entrevista no Jô Soares, contando como contraiu o vírus. Imaginou quão ridículo seria contar esta estória a namorada. Imaginou que, talvez, ninguém acreditasse. Escreveu uma carta para a seção Superintrigante da Superinteressante. Deitou e voltou a dormir.

RESPOSTA À ANA

Ana (muitoalemdoceuazul.zip.net), não ia aceitar o desafio, mas como és sempre muito carinhosa comigo, vou tentar cumprir a tal “missão impossível”. Deixo claro, porém, que qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. Vamos então ao  “Ex-Libris”:

 

P - Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro quererias ser?

R -  Sempre achei que eu fosse um dos personagem de Cem Anos de Solidão do  Garcia Marquez.  A inconstância, a inquietude, a eterna busca... sempre me mantiveram “afastado” do mundo. Mas se  pudesse escolher, acho que seria o Mundo de Sofia do Jostein Gaarder, porque num mundo onde todo caminhão de transportadora circula com a palavra LOGÍSTICA estampado na lataria, ainda estou perdido na minha caverna do jardim.

 

P - Já alguma vez ficaste apanhadinho por um personagem de ficção?

R – Sherazade sempre me encantou. As mil e uma Noites são fascinantes.  E a forma como o autor descreve-a é reveladora. Quase não faz referência a sua beleza e a seu erotismo. Exalta porém sua paixão pela leitura.  Trata-se da estória do amor que nunca acaba... Porque o amor carnal é fugaz e efêmero. Também tive uma quedinha pela Tereza do Milan Kundera (A Insustentável Leveza do Ser). A forma como ela supera o desinteresse de Tomas me comove.

 

P - Qual foi o último livro que compraste?

R – A Tapas e Pontapés do Diogo Mainardi e Amor é Prosa Sexo é Poesia do Jabor. Ambos são de crônicas.

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P - Qual o último livro que leste?

R – A Arte da Guerra de Sun Tzu. Porque ascendi rapidamente na empresa em que trabalho e achei que precisava de um referencial de liderança.

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P - Que livros estás a ler?

R – Os dois que mencionei na terceira resposta.

 

P - Que livros (5) levarias para uma ilha deserta?

R – Difícil escolher só cinco... Mas vamos lá: Cem Anos de Solidão (Gabriel Garcia Marquez), Ensaio sobre a Cegueira (Jose Saramago), O Retorno e Terno (Rubem Alves),  Sonetos (Luiz de Camões) e A Insustentável Leveza do Ser (Milan Kundera).

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P - A quem vais passar este testemunho (três pessoas) e porquê?

R  - Acho que nenhum dos indicados vai responder, mas tudo bem...

Doug (semsumario.zip.net),  Filipe (displicência.blogger.com.br),  Bia (noticiasdomundo.zip.net). Porque sim, oras...

SOBRE ELA

Ela fica linda quando chora assistindo filme romântico e quando dá um tapinha na minha mão boba. Fica linda quando me olha, séria, questionando meu silêncio. Fica linda penteando o cabelo e pedindo pra eu pegar a bolsa preta. Fica linda dizendo que quer ir dançar e rindo das piadas sem graça que faço. Fica linda comendo maçã, tomando água, caminhando com meu chinelão, colocando a mão no peito e mordendo a minha orelha. Fica linda quando finge não estar chateada comigo e quando tenta explicar algum momento de nossa relação com teorias freudianas. Fica linda rindo e fingindo que gosta dos meus rocks. Fica linda dormindo. Linda... Até fingindo... E nosso amor é como a chuva que cai agora. Ouço, vejo, sinto o cheiro, toco. E, contrariando tudo que eu disse no post anterior, existem coisas que permanecem. Afinal, como se explica o amor que chega sem avisar e fica?

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